podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
15 de Janeiro de 2009

 

 (...) Acho que não tenho mais nada para dizer. Do meu problema penso que não vou falar, não porque tenha problemas em abordá-lo, mas porque é mais um entre tantos. Penso que contribuo mais em partilhar a minha alma do que o meu corpo. Eu agora vou embora. Vou ser vida na vida. Onde podem-me encontrar? Parem, como vos disse, e olhem. Eu vou estar lá. Como todos aqueles que procuram.”

No silencio da sala, as vozes calaram-se, os olhos ficaram estagnados nos pensamentos que percorriam todas as palavras que ele acabou de ler. Afinal a vida e a morte moram juntas, lado a lado, na península dos corpos. A vida e a morte são a maior das fronteiras, de nós mesmos. 

 

publicado por opoderdapalavra às 21:10
Se exdistem fronteiras dificeis de passar, esta é uma delas... quero tardar essa fronteira!
A Obra de Arte que se encontra na foto é fantástica, bom gosto e bem jogado para o texto.
Como sempre amei ler-te.
RA
RA a 16 de Janeiro de 2009 às 12:10
Janeiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
20
21
22
23
24
25
27
28
30
31
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Posts mais comentados
5 comentários
4 comentários
4 comentários
3 comentários
2 comentários
2 comentários
2 comentários
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
José Hermano Saraiva costumava dizer que a pátria ...
Ao ler esse texto senti orgulho no peito, o mesmo ...
Encontrei o texto hoje...Uma pequena correcção, as...
Obrigado Isabel. Concordo consigo, os Amigos apena...
Carlos, bonita homenagem a um amigo. Que o Luís re...
O que mais me chama a atenção, neste...
A tua escrita acompanha o teu espírito. Amadurece ...
Grata, sorrisos :o)
Quente.Arrebatador.
Leitura muito agradável :)Convido a leitura do meu...
blogs SAPO