podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
21 de Setembro de 2013

 

 

 

 

Consegues recordar?

Consigo. Era tarde, lembras-te?

Sim, mas ainda foi possível sentir a brisa fresca a chegar e mergulhar na pela molhada.

Pois foi. Soube bem. Era como se o nosso corpo gelasse o calor que tínhamos na mente.

Os teus dedos eram mel, escorriam sensações pelo meu peito.

E os teus lábios uma mistura fel, arrepiavam-me os seios ao mesmo tempo que adocicavam-me o intimo.

As horas passaram...

Esquecemos a noite a chegar...

Nem demos pela lua...

Ou pelas gaivotas que se abrigavam no lustre da areia...

Tínhamos a vontade encrostada no ventre...

Sabíamos que tudo podia acabar ali...

E não queríamos perder um segundo...

Foi perfeito...

Não concordo.

Porque?

Perfeito seria se tudo se transformasse e perdesse o fim. Mas nada disso aconteceu.

(sorrisos)

Sorris?

Sim, porque de repente apetecia-me de novo, essa imperfeição...

Mas chove.

Então será uma nova imperfeição, agora mais regada...

publicado por opoderdapalavra às 18:24
Setembro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
14
15
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Posts mais comentados
5 comentários
4 comentários
4 comentários
3 comentários
2 comentários
2 comentários
2 comentários
2 comentários
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Encontrei o texto hoje...Uma pequena correcção, as...
Obrigado Isabel. Concordo consigo, os Amigos apena...
Carlos, bonita homenagem a um amigo. Que o Luís re...
O que mais me chama a atenção, neste...
A tua escrita acompanha o teu espírito. Amadurece ...
Grata, sorrisos :o)
Quente.Arrebatador.
Leitura muito agradável :)Convido a leitura do meu...
Excelente!!Sinto-me representado.Sim, sou eu: o po...
O discurso é apelativo aos mais nobres sentimentos...
blogs SAPO