podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
30 de Julho de 2010

 

 

Falamos no silencio, essa palavra que nunca se escreve
Somos o diálogo dos que ficam a contar as histórias
Aqueles que sentados, esperam que a porta se abra
E venha a noticia, essa afamada tristeza que se chora
Mas é sempre no fim de uma lágrima que se encontra
Encontra-se o sorriso que lava a escuridão
Essa explosão de memória que nos traz de novo a sensação
Sensorialmente falando que o silencio pode ser dorido
Mas é apenas o fruto que comemos quando alguém
Na simplicidade do momento, apenas parou no tempo.

Até breve, caro António, algures onde nos encontrarmos,
Serás aquele que me fará rir de novo.
Obrigado a ti.

publicado por opoderdapalavra às 01:10
08 de Julho de 2010

Trago em mim um fardo que me açoita o espirito

Fardo que atravessa este rio do meu corpo

como uma flecha que mata sua presa

Sinto-me pendente no subito pendulo

Serei apenas eu quem olha a fronteira

Linha que divide o vazio do enxame de palavras?

Serei apenas eu quem esmorece e padece

na controversia de mim mesmo?

Não consigo olhar a saida, essa luz que me traga

O verbo que vem com a solução de saber

Saber o adjectivo que agora sei

Essa simples palavra, que afinal eu apenas

Pensei.

publicado por opoderdapalavra às 22:48
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