podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
11 de Dezembro de 2014

familia-dormir.jpg

 

“Sentir o cheiro da cama, sempre que termina aquele jogo de corpos suados e penetrados, faz-lhe sentir que os seus desejos são sujos, mas alcançaveis. Sempre foi assim com as mulheres. Eu quero, eu tenho. E depois, é o arrancar das coisas inuteis que servem apenas para disfarçar os corpos. O resto são os detalhes que nunca mais memoriza. Apenas tem um código: nunca homens. Dizem quem experimenta, gosta. Ele é imaginativo, mas não chega a tanto.

-Gostaste?- João entrou no quarto e olhou-o de soslaio.

- Interessante. Talvez possamos repetir. – André sorria enquanto lhe tocava nas mãos.

Sairam sem mais palavras. O dia seguiu o seu caminho.”

 

publicado por opoderdapalavra às 23:11
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