podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
16 de Setembro de 2013

 

Voamos sem saber, sem notar nas asas que se afrontam com os nossos longos braços. Voamos sob os telhados, rasando as janelas e as pessoas que espreitam. Voamos como se fossemos aprendizes, caindo como pequenas flechas em direção ao solo que se espalhava no fundos dos nossos olhos. Voamos como pequenos sonhadores que se perdem no horizonte, procurando a sua eterna utopia.

Mas voamos sem asas, apenas de braços abertos, caindo como flechas em direção ao rio que nos acolhe no seu leito. Voamos sem rasarmos o fôlego de ninguém, apenas sopramos na leveza do olhar de um trabalhador que se estica no corpo para nos chegar. Voamos sem sermos pássaros, mas simples pessoas que um dia viram que o horizonte apenas nos traz o sonho quebrado, mas nunca nos mente quanto à loucura de podermos um dia sermos aves que rasam o sol com a velocidade de um som, o de ser livre.

publicado por opoderdapalavra às 22:39
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