podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
01 de Janeiro de 2013

 

 

 

 

 

 Porque tenho os dedos presos, mordidos pela suave, mas amarga, preguiça de não querer escrever, de não querer ter o trabalho de preencher esta folha branca, toda ela já preenchida por algo que não o vazio, por uma cor, pela denominação de uma cor, de um produto, de um nome inventado por nós para referenciar algo, um objecto, uma existência, uma realidade.

Os dedos escorregam pelas teclas, mesmo presos, e escrevem.

Letras.

Palavras.

Frases.

Sei lá o que eles escrevem, mas que querem e desejam contar uma história, um conto onde possa mostrar uma ideia, um pensamento qualquer. Não sei quem escreve o quê ou como escreve, mas o que interessa é mesmo que a escrita apareça e que a estória ou história seja criada e recriada.

Começo pelo início. A primeira palavra é sempre a mais difícil, a mais complicada, aquela que não parece querer sair. Faço uma força, enorme, uma força que me deixa prostrado, algo cansado, sem conseguir, de facto, conseguir escrever uma só palavra. E a folha fica e continua branca.

Afinal fico, assim, parado, com os dedos presos, os olhos preguiçosos, e a mente vazia. Será que, afinal, o novo ano me levou a imaginação?.. A ver vamos.

Bom Ano 2013.

 

publicado por opoderdapalavra às 21:25
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