podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
28 de Janeiro de 2010

Deixo-vos hoje um pequeno texto, que não é mais do que um bocadinho do meu novo livro. Abro uma pequena brecha, para que os que me seguem, sejam também os primeiros a ler o que estou a escrever. O nome do livro? Bem, não revelo tudo. Espero que gostem.

 

" Esta manhã, ao acordar senti algo que pensei não existir. A brisa através da janela do meu quarto. Mas senti sem um tecido a tapar-me a cara. Sentir o vento a tocar a pele, de forma livre, sem que pudéssemos estar presas ao simples conceito de uma religião, que me obriga todos os dias a ser escrava daquele quem Deus achou ser melhor para mim. O vento não teve o medo que eu sinto todos os dias. Ele veio, como um amante, e abraçou-me, tocando-me nos lábios. Ainda sinto o seu beijo, suave, meio seco, mas tão gostoso que ainda sinto o seu perfume. Tinha cheiro de rosas, como as que florescem nos jardins dos fundos do bairro. Senti o arrepio dos seus braços, que percorreram os meus, como que aconchegando-me no seu leito e defendendo-me dos meus maiores receios. O seu som parecia falar comigo, dizendo-me para sossegar e deixar-me ficar ali, como que se fosse a nossa casa, o nosso porto de abrigo, a nossa cama onde somos os amantes mais sinceros, puros e verdadeiros. Este vento é apenas o silêncio dos meus gritos, que berram na escuridão da minha existência. Sou aquele brado que transcende o infinito, em busca de uma mão que me guie para a cova, o buraco morto, o fundo sem regresso, o único sitio onde talvez eu possa voltar a ser o que realmente sou, alguém, pois acredito que as larvas que consomem os corpos amam-nos mais do que aqueles que se dizem nossos maridos, guardiões desta nossa eterna prisão. Mas agora que o vento se foi, choro pela sua partida. Amei-o, sentindo-o no meu íntimo. Espero o seu regresso, talvez um dia, antes de eu deixar de ser apenas o objecto insignificante que o mundo me tornou. Até breve meu amor, vento do meu coração"

publicado por opoderdapalavra às 21:18

Acabei de receber uma carta da Casa Civil da Presidência da Republica. A respectiva dizia que a minha carta, que aqui publiquei, foi recepcionada e está a ter a devida consideração. Despedem-se e ponto final. Resposta mesmo? Está a ser considerada. Vamos aguardar.

publicado por opoderdapalavra às 21:07
18 de Janeiro de 2010

Hoje, ao dar uma vista de olhos pelas principais páginas dos jornais online, deparei-me com as palavras do Presidente da Venezuela sobre a intervenção dos EUA no Haiti. E depois de uma leitura cuidada, parei um pouco para pensar numa coisa muito simples: De facto o Homem pode ser até o animal com a inteligência mais apurada, mas convínhamos que essa característica nem sempre foi aquela com que certos, ditos Homens, nasceram, e Hugo Chavez de facto não é um deles. Enfim, na selva humana tem de existir sempre as hienas, aqueles chatos que estão sempre com um sorriso absurdo, com o vazio nos pensamentos, a avidez de pensarem que são mais espertos que os outros no olhar, e com a verdadeira estupidez humana no coração de pedra. O mundo tem alguns espécimes destes, além de Hugo Chavez, temos Alberto João Jardim, George W Bush, Putin, alguns dos ditadores de países africanos, e mais alguns que continuam por ai, sempre com aquele sentimento de persistência, à procura de um momento para poderem facturar mais algum protagonismos barato… Mr Chavez, o mundo não é o circulo fechado que o Sr deseja para satisfazer os seus prazeres, o mundo é muito mais do que a simples carcaça do animal morto pelo leão, o mundo é mais alargado do que esse seu lugar que milhões passam fome, que milhões vivem no limiar da pobreza, e o Senhor vive do petróleo, e tem sonhos eróticos com a destruição dos EUA. Eles podem não ser uma nação exemplar, e podem ter os seus interesses no Haiti, mas estão lá, a dar a cara, a morrerem pela defesa de uma nação que perdeu a sua bandeira, o seu simbolismo e ficou nos escombros da pobreza… eles estão lá a ajudarem, e o senhor, como outras hienas à espera da tal carcaça, estão com esse riso marxista-leninista ( que nem sequer deve saber o que é) barato, a criticarem. É fácil comer os restos, mas agora estar pronto para a refeição principal, isso ai já necessita de maneiras e de coragem para saber pegar no talher e pôr as mãos a trabalhar. Enfim, e eu como português, só de pensar que o nosso PM lhe vendeu tantos Magalhães e tem consigo tantas relações… enfim, o dinheiro é mesmo sujo, pois só assim é que “hienas” como você tem protagonismo, senão era mais um entre milhões. Actuem. Não tenham medo de ajudar quem precisa. Não critiquem, actuem, façam. Sem medo. Não são as palavras dos outros que farão os nossos passos, será sempre a nossa vontade de caminhar.
publicado por opoderdapalavra às 22:53
11 de Janeiro de 2010

A carta que abaixo apresento, enviei-a para o Senhor Presidente da Republica, através so seu site. É o desabafo de um português, que ainda acredita, mas que está agastado com a vida do seu país.

 

 

 

Exmo. Sr. Presidente da República Portuguesa,
Venho por este meio escrever-lhe de uma forma séria, honesta e com o total respeito pelas instituições deste país.
Escrevo-lhe como português, sendo esse o meu nome, a assinatura que irei usar nesta carta que lhe endereço. Porquê como português? Porque é nessa condição que venho, talvez solitariamente ou não, apresentar a minha visão sobre um pais que admiro enquanto cidadão, que aprendi a amar enquanto pessoa letrada na sua língua. Escrevo-lhe na base de uma comunicação sua sobre a sua preocupação quanto à crise em Portugal. Falou de um tal défice, nome maldito que nos persegue como fantasma nestes últimos anos. Que era necessário conter as despesas, para que não ficássemos ainda mais endividados. Mas gostava de lhe dizer, Sr. Presidente, que talvez seria honesto da parte de todos os políticos, incluído Vossa Excelência, que todos os detentores de cargos quer em empresas públicas, quer em ministérios, quer no parlamento, que tomassem a iniciativa, honesta realço de novo, de diminuírem as despesas, conterem os seus imensos e desprezíveis apetites pela riqueza imensurável que parece abrir o apetite a todos os quanto abraçam a vida política, ou dela imergem em cargos públicos. Parem, por favor, parem de darem despesa. Não pode ser aquele que trabalha desde manhã cedo, até que a noite se deita. Não pode ser aquele que conta todos os dias o pouco dinheiro que tem. Não pode ser aquele que precisa de um empréstimo para ter um carro ou mesmo uma casa. Não pode ser aquele que sofre com a incerteza do amanhã. Não pode ser aquele que recebe uma reforma quase de pedinte. Não pode ser aquele que procura todos os dias, ter todas as suas contas orientadas. Não podem ser estes os eternos pagadores de uma divida que não contraíram. Eu sei que para termos certas coisas, precisamos de gastos. Mas pergunto eu, será necessário ter uma frota automóvel do estado (e falo dos Directores, Ministros, Políticos) verdadeiramente dispendiosa, que é trocada em pouco tempo por outra ainda mais valiosa? Será necessário ter um número tão dispendioso de deputados, numa Assembleia que muitas vezes mais parece uma casa assombrada, pela falta deles? Será mesmo necessário termos tantos cargos políticos, quando com pouco se pode fazer o mesmo, que é nada? Serão mesmo necessários gastarem-se rios de dinheiros em estudos prévios de obras, em que anos mais tarde se levantam suspeitas sobre a forma como esses mesmos estudos foram conduzidos? Será que foi assim tão importante para nós, pais periférico, termos realizado um Europeu de Futebol, que nem assim conseguimos ganhar (Ó eterna escuridão que assolas a nossa alma), e que agora temos hipotecadas inúmeras Câmaras? Dinheiro esse que poderia ter sido gasto em hospitais, escolas, meios de acesso à cultura, desenvolvimento cientifico, etc. … Será que precisamos de andar eternamente com processos judiciais incomuns, que se arrastam na morosidade do tempo, sem que garantam ao cidadão comum o bem-estar da segurança, da confiança nas instituições de bem? Será que temos de pagar todos os défices com impostos e impostos, sem que possamos deixar de, na prática, ver que aqueles que detém mais, são afinal os que pagam menos?
Bem, Sr. Presidente, e poderia continuar nesta lista interminável de perguntas, sem resposta, para tentar perceber os enormes gastos que levam a este irresponsável défice, criado pelos políticos, que na história engloba Vossa Excelência, e que nos conduz dia após dia a um poço interminavelmente sem fundo. Agora, e o futuro? O futuro pode ser diferente, mas é necessária uma revisão dos conceitos básicos da humanidade, como o saber reconhecer o erro e corrigi-lo, o respeito pelas pessoas na sua total integridade e a vontade para fazer diferente e fazer bem. Mas talvez aqui resida o calcanhar do nosso “Aquiles”. Sabe, quando estamos num pais que para alimentar um pequeno grupo de pessoas, encontrou na politica uma forma de se servir e não uma forma de servir os outros, nunca teremos um verdadeiro pais. E posso propor até uma ideia de saber o que pensa o país real. Já que se gosta tanto de referendos, porque não referendar os políticos? Porque não perguntarmos ao país real, aquele que trabalha arduamente e sente na pele o sacrifício e respeita o seu dinheiro e o dos outros, se gosta dos políticos que tem ou não gosta deles? E recordo-lhe que nas eleições mais recentes, o grupo que tem tido maior percentagem, o da abstenção. Ou seja, os que estão indiferentes ao que se passa no pais. O desinteresse aumenta com as leviandades da classe política. Enquanto tivermos um folhetim sem fim de episódios aborrecidos e desinteressantes dessa classe de pessoas que pensam ser donos deste país, as pessoas vão-se deixando ir na indiferença pelo que se passa neste país. Enquanto continuamos a vender a nossa história, a nossa riqueza linguística e o nosso património cultural e científico, vamos continuando a afastar aqueles que, mesmo anonimamente, poderiam ajudar a construir um melhor Portugal, para todos e a pensar em todos. Mas não. Este pais é para alguns, outros são apenas os sobreviventes do costume. Somos um país livre? Onde? Na mentira de um voto? Sim, Caro Sr. Presidente, porque um voto pode ser um adormecimento obscuro de uma forma ditatorial de se orientar uma nação. Se não o é, eu pergunto então, porque é que os partidos não têm a coragem de se reformarem de tempos em tempos, deixando entrar na verdade da expressão, novas pessoas, novas formas de discutir os verdadeiros interesses das pessoas? Eu dou-lhe um exemplo desta ditadura para com o povo: fazendo um recuo no tempo, e falo de uns vinte anos atrás, olhando o hemiciclo da assembleia, vejo que não foram muitas as principais personagens que mudaram até aos dias de hoje. E falo das principais, porque os secundários são apenas peões amestrados para que tudo esteja na perfeita sintonia dos interesses das principais figuras. Onde estão os verdadeiros novos políticos? Sabe onde estão, na rua, por esse país fora, desinteressados pelo país real. Por isso o voto é apenas para pensarmos que somos livres… porque se o somos (e acredito que seremos um pouco mais do que antes do 25 de Abril) pergunto-lhe, porque é que sempre que alguém escreve uma critica a um primeiro-ministro ele quase de imediato coloca um processo a essa pessoa? E falo de criticas sem perjúrio para o PM. Outro exemplo é os processos menos límpidos que vamos observando na relação quase promíscua entre o Estado e alguns privados, onde a desconfiança nas instituições começa a chegar a um ponto de saturação por parte do cidadão comum, que não pode exprimir a sua opinião, nem a sua visão, com a premissa de poder sofrer represálias com isso.
Fernando Pessoa dizia que a língua era a sua Pátria. Pois bem, a língua de Pessoa é uma pátria destruída. Hipotecamos a nossa língua com um acordo perfeitamente ridículo e altruísta daqueles que se vendem a qualquer preço ao denominado conceito do “Fantasma Colonialista”. Nós já não somos colonizadores, fomo-lo no passado por razões do passado, mas não temos que nos sentir culpados de pagar uma qualquer divida por isso. Alterarmos conceitos linguísticos apreendidos durante anos para nos adaptarmos a uma língua alterada e baseada no facilitismo barato do calão, não obrigado. Então pergunto mesmo, já que fizemos uma poupança no corte das letras nas palavras, como actor passa a ator, porque não seguimos o exemplo da epidemia dos SMS e em vez de escrevermos “que” passamos a escrever simplesmente “q”, seria mais fácil e talvez ficássemos em sintonia até com mais países, não? A língua é um dos pilares de qualquer cultura. A cultura é o bilhete de identidade de um povo. Então porque continuamos a teimar em destruirmos a nossa cultura, a nossa identidade? E tenho outro exemplo disso, Sr. Presidente, que é o “assassinato” quase diário de novos talentos culturais. Um pouco como a política, parece que a cultura é apenas para alguns, e alguns que parecem ter um tipo de cartão de sócio, com as quotas em dia, de um clube restrito de pensadores e intelectuais. Esta espécie de clube tem o hábito de fechar as portas a novos talentos, a novas ideias, a novos conceitos. Sabia, por exemplo, Vossa Excelência, que temos em Portugal, um escritor português que foi o primeiro a entrar com uma obra de sua autoria, na lista dos 30 maiores Best-sellers do NYTimes (das mais conceituadas listas de livros mais vendidos no Mundo), e que pouco foi dito ou mesmo nada foi referido neste pais, apenas porque esse escritor nunca quis fazer parte do já referido clube da Cultura Portuguesa, logo tem sido alvo de criticas absurdas e infundadas por parte dos chamados “críticos” de literatura, que simplesmente fazem o papel de quais inquisidores mestres, em busca de pecadores e desobedientes a um tipo de regra literária que deve primar na nossa chamada cultura. Talvez Vossa Excelência desconheça esta situação, como praticamente todo o país. E digo-lhe ainda mais, Senhor Presidente, aliás, vou-lhe dar o meu exemplo, talvez um daqueles que arrepia e faz-nos pensar se vale a pena ser português. Eu sou escritor, não de profissão, mas de hobby (as letras são caras neste pais e não dá para viver delas). Há 5 anos atrás tinha pronto o meu primeiro livro, intitulado “11-M, o 11 de Março em Madrid”, uma história de ficção que tinha por base o atentado em Madrid. Na altura, procurei enviar o manuscrito para diversas editoras, das quais tive uma resposta negativa sobre uma possível edição. Fui aceitando as rejeições, algumas quase ridículas, dizendo que haviam lido o manuscrito mas não estando interessadas desde já em publicá-lo (digo ridículas, porque o dito manuscrito fora enviado numa segunda e na quarta logo a seguir já o recebia de volta com uma carta standard a referir o que atrás escrevi). Até que uma editora pequena, quase local decidiu ter a coragem que as grandes não tiveram, apostar num novo escritor, desconhecido e sem conhecimentos. Apenas tinham uma ressalva, teria de suportar parte da edição ou arranjar apoios para tal. Busquei esses apoios, quer na Câmara de Viseu (onde residia na altura, desde os meus 4 anos), até instituições do chamado apoio à cultura… talvez a outro tipo de cultura que não aquela que realmente é cultura. Com todas as portas fechadas e sem uma disponibilidade financeira que me permitisse aventurar, fiquei quase sem recursos para arrojadamente tentar dar a conhecer aos leitores, a minha escrita, a minha forma de pensar as letras. Até que um dia, vi num jornal diário, a publicidade a uma instituição Europeia (sem nenhuma raiz portuguesa) de luta contra o terrorismo. Com a audácia de um aventureiro português, escrevi um mail para a dita instituição, explicando a minha situação. Passados 2 dias apenas, recebi a resposta, solicitando o livro, que apesar de escrito em português, foi-me explicado que eles próprios arranjariam maneira de o traduzir para avaliar a situação. Passados 2 meses, recebi de novo um mail a disponibilizarem-se a apoiar a edição do meu livro, e sem pedirem nada em troca. Posso dizer, Sr.Presidente, que fui apoiado por pessoas que ainda hoje não conheço, pessoas que apenas sei existirem por mail, e por informações fidedignas que fui recebendo, dando conta da segurança e da confiança que eu podia depositar em tais pessoas (falo de alguém que na Holanda, outro na Alemanha, outro em França e outros mais, exerciam cargos na justiça, na politica ou mesmo em privados, mas que tinham um interesse comum, a luta contra um mal mundial). E fizeram o que no meu país não fizeram, apoiar a cultura, acreditar em novos talentos, não ter medo de novas ideias, e isto tudo, sem pedir nada em troca. Em Portugal todas as portas foram fechadas. E posso assegurar-lhe que hoje, todas as pessoas que leram o livro, gostaram. Quatro anos mais tarde tenho o segundo editado, por uma editora portuguesa que tenta, a muito esforço, dar a conhecer novos valores, mas que se vê esbarrada nos velhos conceitos de clube cultural de Portugal. É esta, Sr. Presidente, a Pátria de Pessoa.
Não me vou alongar mais, apenas fazer votos sinceros de um sonhador, que sonha um dia que este Pais será o princípio de um novo futuro, um futuro melhor, conseguido na base de uma cultura forte, sustentada e honesta, com os valores de igualdade, coragem e respeito sempre presentes. E sei que não estou sozinho neste barco, e todos os que queiram fazer parte dele, ele tem capacidade para os receber. Sr. Presidente, o Senhor como cargo máximo nas instituições do nosso país, peço-lhe, com a responsabilidade que merece, seja audaz e dê o tiro de partida para um novo rumo. Não tenha medo do que faz, tenha medo do que nunca fará.
Um Bom Ano,
Atenciosamente,
Carlos Almeida.
 Um Cidadão Português.
publicado por opoderdapalavra às 23:54
05 de Janeiro de 2010

 

Venham mais uns talentos destes à ribalta da cultura do nosso pais... mas para serem mesmo valorizados e não viverem apenas um caminho demasiado frágil naquilo que gostam, e fazem bem.

Vamos fazer de 2010 o Ano da Nova Cultura Portuguesa.

publicado por opoderdapalavra às 22:57


 


 

 

Vejam bem este video.

Não deixem de observar bem os pormenores de loucura que ele contém.

E continua tudo a ser defendido através do dito nome de "Deus".

Este é um dos exemplos de como a fronteira entre a sanidade humana e a sua loucura é demasiado ténue e frágil. 

publicado por opoderdapalavra às 22:36
Janeiro 2010
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