podes pensar, podes falar, mas tudo o que escrevas tem o poder de ficar.
24 de Fevereiro de 2009

 Obrigado pela vida que me deste. Foi um conforto sentir o teu corpo aquecer o meu. Senti por momentos a alegria de se estar vivo, de quem sente o medo como uma força que o obriga a viver ainda mais. O medo é a coragem dos verdadeiros combatentes. Não temas sentir o medo, pois será sempre ele que te levará ao encontro das respostas da tua vida. Não temas a vida, pois será sempre a tua casa, onde habitarás o tempo necessário para que a tua tarefa se realize, e onde irás fazer germinar a semente da tua riqueza. Vive-a cada dia, não penses no que passou, pois o passado é apenas a história que deixarás aos teus descendentes, lições que darás a quem procurar pelas páginas da tua vida. O futuro será sempre uma incógnita, sem um traço seguro do que irás viver, apenas com a certeza que vem do ventre de tua mãe, que tu irás um dia padecer neste mundo e partirás para o desconhecido. Por isso vive o presente, a vida, o momento em que respiras, pensas, em que lês estas frases, no momento em que sofres e ris, esta é a vida, vive-a com o medo de um desprotegido que procura abrigo, com a coragem de um guerreiro que não teme o seu adversário mais poderoso, com a fraqueza de um idoso, e com a força de uma criança. Esta vida é tua. Até um dia, numa dessas ruas da vida, sempre em busca de um pouco de vida.

In Senhores da Vida e da Morte, a publicar em Abril de 2009 pela MillBooks.

 

 

Este é o livro que vou publicar este ano pela MillBooks. Acreditar é necessário. Obrigado aos que sempre acreditam comigo.

publicado por opoderdapalavra às 22:54
16 de Fevereiro de 2009

Sinto que a escrita traz-me as recordações com as palavras

Sinto que o pensamento perde-se na vontade de não esquecer

Pois o esquecimento é o alimento do vazio, mas pode ser a fome dos sentidos

Sinto que escrevo apenas com o sabor de memórias entulhadas num folhado de momentos

Como se fosse uma mistura onde os ingredientes são pessoas, locais, discursos ou

Apenas o eterno som das lembranças, o silencio, só mesmo os desenhos.

Conto o tempo que foi, esse caminho que separa sempre o depois do que foi.

Ele atraiçoa-me o coração com um passado sem volta, anos que voam pelo crepulsco da vida

Quero adormecer e por vezes desejo esquecer, como se acordar fosse de novo nascer.

Quero deixar de pensar, ficar apenas com aquilo que vejo ali, naquele instante

Quero abandonar a memória dos que já partiram, aqueles que deixaram-me despiram-me

Tiraram-me a roupa dos sentimentos, jogaram-na no lixo desse jogo antes, apos e o que virá.

Não quero saber, aprender pode ferir, e conhecer matar. Quero apenas estar, sem mente, só olhar.

Não serei mais sonhador, pois os sonhos trazem-nos esperanças, falsas promessas.

Quero ser uma cor, uma tonalidade que todos podem escolher, pintar e mais tarde apagar.

Mas depois, alguém vem, alguém mais que vai recomeçar...

E assim posso ser parte de uma tela sem fim, esboço de desenho ou mesmo aconchego de lar.

Posso ser vista à distancia de um olhar, alimentando os horizontes, namorados encantados.

Quero ser apenas essa parte do que fica, mesmo que esquecido, na gaveta do silencio...

Sinto que escrevo do que já passou. Mas quero escrever do que pode vir. Tudo o que posso ser...

Não me digas o que posso ser, diz-me apenas como podes-me construir.

Ah, palavras que o vento trouxe até mim, com as lembranças da dor, deste aperto que afasta de ti

Ah, segredos que a noite apagou, riscos onde o teu nome se escreveu, onde gritei por ti,

Mas não estavas, apenas era o que eu já não tinha, apenas eras a recordação da minha retina.

 

Vou voar, até onde os montes acabarem. Vou voar até onde as nuvens se deitam.

Vou voar até onde a luz adormece, e a noite acorda com a doçura do luar.

Vou voar e deixar-me ir pelos corredores de estrelas, braços que aconchegam estas asas

Que cobertas de cansaço, não deixam de bater, esvoaçando pelo ar, infinito local de pensar.

Quero voar e esquecer, tudo o que ficou, tudo o que foi, quero deixar estas correntes e procurar

Outro lugar, sitio onde posso enfim, pernoitar, mesmo viver, e deixar-me estar

Junto talvez de outro olhar. Quero voar e conhecer outro céu, outro mar para me refrescar...

Vou partir e deixar as recordações no baú do tempo, fecha-las e apaga-las.

Vou escrever de novo, viver de novo, ser de novo, gritar de novo.

Vou ser eu...de novo, como sempre fui.

Vou ser aquele que apenas adormeceu e no novo dia se pasmou com o que aconteceu...

A escrita de novo veio e não se entristeceu com a virtude de ser o que sempre pareceu

A verdade de um história, o poder de um sentido, a força de uma lágrima

Pois das frases que risquei no papel do tempo, elas ficaram no coração dos olhos que as leram.

 

publicado por opoderdapalavra às 23:51
13 de Fevereiro de 2009

 

Há 200 anos Um Homem descobria o origem de todos os Homens, e não só, de todas as espécies... foi a evolução do Homem..e foi apenas há 200 anos, num pedaço da história mundial.

publicado por opoderdapalavra às 01:46
12 de Fevereiro de 2009

 O mar completa o quadro com um azul marcado. O ultimo risco é feito a carvão, traçando uma linha no horizonte, onde as nuvens aconchegam o adormecer do sol. A visão dos pássaros é tapada pelo chegar da noite. São horas de partir. Mas o pintor quer mais uns instantes a sós com o dia. São pequenos segundos em que ele conversa no silencio com as ultimas gotas de claridade, saboreando uma luz que lhe trouxe um sorriso. Foi um dia de inspiração. O sol, o céu que se pintou pela manhã, sabendo que ia ser fotografado pelo olhar do pintor e copiado pelo pincel que dançou pela tela, jogando movimentos de bailarino profissional. As rochas onde a imensidão do mar vinha abraçar, querendo trepar pela costa, numa sensualidade apaixonada, onde o oceano penetrava a terra com a caricia de um toque. O quadro foi nascendo pelas horas. O tempo acompanhou-o, fazendo-lhe companhia, contando-lhe a história dos segundos, fracções onde se adormece o passado e apenas pensamos o presente. Quando cheguei, o pintor já estava deitado. Tinha o quadro no seu dorso, agarrando-o, como que defendendo a sua mais bela riqueza. Fechou os olhos enquanto o dia se foi. Nem deu pela minha chegada. Cobri-o com as estrelas, manto que o vai aconchegar. Talvez me deixe ver a pintura, mas os seus braços são demasiado compridos e defendem a todo o custo aquela obra. Fiquei olhando por ele durante a madrugada. Estava serena. O mar cantava-me uma canção algures de encantar. Parece mesmo apaixonado pela terra. Esta deixa-se estar enamorada, sossegada pela luzes que a serpenteiam no leito. Olho em volta e reparo que um leve anjo se aproxima do pintor. Lanço-lhe um shiu, não vá o pobre homem acordar. De longas asas, ele olha-me e sorri.

- Não o quero acordar. Apenas estou aqui para o proteger. Fui buscar um encanto e demorei-me mais um pouco. Mas parece que ele não sentiu a minha falta.

- Pois, pintou esse quadro que eu gostava de ver. Mas parece que não o deixa nem pelo barulho de um silencio arrasador.

- E n\ao deixa mesmo. Sabes, noite, ele é apenas um pobre endinheirado, mas um rico humano. Sonha que um dia vai poder viver no mais belo quadro que pintar. Quer desenha-lo com uma casa à beira-mar. Uma casa onde as telhas sejam feitas de flores, para todas as manhãs poder cheirar os aromas que a terra dá. As paredes vão ser finas folhas, assim terão sempre cores diversas, conforme as estações. Quer ter um céu tão azul que até possa cegar de tanta luz que tenha. Um sol cheio de intensidade, para que nunca faça noite...

- Nunca faça noite? Mas ele quer que eu não exista?

- Ele quer que existas, mas de outra maneira...quer que sejas a sua companhia nas suas solidões, nos momentos em que ele precise de estar consigo próprio e descobrir-se dentro da sua mente, ai estará sempre contigo, pois és serena, e a tua tranqüilidade irá ajuda-lo a pensar melhor.

- Parece que é um homem triste, não?

- Triste? Talvez, mas é um homem de sentidos, sensações que o rasgam na alma e são esses sentidos que o levam a sonhar com um quadro só dele... e da amada que ele próprio quer pintar.

- Uma amada?

- Sim, ele quer pintar a mais bela das mulheres, uma sereia que virá dos mares e com uma pele tão suave que nunca sentiu tão doce toque, irá toca-lo e abraça-lo para todo o sempre.

- Todo o sempre? Não entendo, mas assim ele não vive mais se fica parado.

- Pois ele quer ser um quadro, parado, pintado... é como ele sonha viver, para que nunca haja passado, nem presente e nem futuro, apenas aquele momento, onde é feliz nas cores e na casa que sonhou com a amada que realmente o amou...

Olhei o anjo que se deitou nos pés do pintor. Ele continuava a dormir. Fiquei a olha-lo suavemente. Com o cansaço da posição, finalmente largou o quadro que pude ver.

Uma casa com tecto de flores e paredes de folhas verdes, amarelas, vermelhas.

Um céu do mais azul brilhante que pode existir.

Um sol lindo e resplandecente.

Ele. Abraçado a uma bela sereia.

Quando o voltei a olhar, reparei que a sua pele estava no estranho mundo do frio. Estava roxo. O anjo tinha partido de novo. O horizonte veio buscar. Mas levava algo nos braços. Era a alma do pintor. Afinal ele tinha sonhado, mas agora o sonho já não existia, pois transformou-se nas mais belas cores, de um quadro, o quadro da sua vida, da sua felicidade... e o dia chegou.

publicado por opoderdapalavra às 00:30
09 de Fevereiro de 2009

 

 

Decorria o ano de 1992, Eluana Englaro fora vítima de um terrível acidente de viacção que a atirou para um longo e profundo estado de coma. Após uma penosa batalha jurídica que durou mais de dez anos, os seus pais conseguiram que o Tribunal Constitucional italiano decretasse a suspensão da alimentação artificial que mantém a integridade das suas funções vegetativas.

Após o anúncio da decisão, a hipócrisia humana de Sílvio Berlusconi fez com que se reunisse com o Vaticano, qual escola de virtudes humanas, e iniciou-se uma série de manobras políticas que fizeram a Itália mergulhar numa perigosa crise institucional. Para além de ter feito aprovar uma Lei que proíbe o cumprimento da decisão judicial, o governo de Berlusconi iniciou uma perseguição à clínica onde a jovem se encontra internada, lançando suspeitas de ilegalidades administrativas no seio da mesma. Os pais da jovem Eluana continuam a sua longa batalha, denunciando que «Berlusconi enfrentou o Presidente da República para tentar deter a legalidade»e acrescentando que «a Igreja (católica) não tem nada a ver com este assunto» nem lhe deveria impor os seus valores.

Segundo Berlusconi, “Eluana Englaro não pode morrer porque, pelo menos fisicamente, ainda está em condições de ter filhos”... Incrivel… Não consigo acreditar que a opinião pública europeia e, em particular, a italiana concordem com este tipo de afirmações perfeitamente absurdas que parecem ver toda a existência feminina como o útero potencialmente reprodutor, e nada mais do que isso… Como podemos viver numa Era Democrática, LIvre e defensora de todos os direitos, quando a vida é vista como um caminho de dois lados, o lado da existência pelo Homem ( Ser criado pela costela) e o lado do utensilio necessário e quase perdoado em existir, a mulher… afinal parece que nem só os Mulçumanos vivem fechados.

Independentemente da opinião individual que cada um tem nestas matérias, convém ter presente, como bem assinala Laura Ferreira dos Santos, que «é tempo de reconhecermos devidamente o pluralismo ético em que estamos envolvidos, em que não há uma única perspectiva do que é, ou pode ser, uma vida (moralmente) boa».

[Soube-se agora que Eluana morreu.]

 

 


 

 "Todos vocês falam muito bem. Utilizam palavras caras, constroem frases bonitas, mas sinceramente nenhum de vocês diz algo de importante. Eu sou mãe. Eu dei à luz o Robin. Foi o dia mais feliz da minha vida. Senti durante 9 meses a vida dentro de mim. Ela desenvolveu-se com toda a sua magia. Depois ele cresceu aos meus olhos. Dei-lhe amor, carinho, uma educação de fortes convicções. Tudo para que o seu futuro fosse pintado de bem estar. Até ao dia em que recebo a noticia do seu acidente. Aquele dia não irei nunca esquecer. Senti as pernas frias, gélidas. Senti que me tiraram algo do meu corpo, como que tivessem cortado parte de mim e tivessem dado a comer aos animais... – houve olhares de repulsa pelas palavras em todo o estúdio - ... esse momento foi eterno e será sempre assim. Nesse dia eu perdi o meu filho. Ele sobreviveu, é verdade, mas deixou de ser o meu Robin. Transformou-se num manto de trapos. Choros dias e noites. Gritos manhãs e tardes sem fim. Urinas. Odores. Fezes. Tudo sem limites. Feridas num corpo sem vida. Feridas num coração sem dono. Feridas numa mente sem corpo. Sabem o que é isso? Sabem o que é acordar de noite e irmos ao encontro de um filho e encontrarmos uma cara vadia deitada numa almofada, chorando a sua existência? É o Robin. O meu filho que amo muito. Não o deixem morrer. Ele continuando assim, naquela cama, aprisionado ao sofrimento, está cada vez mais morto. Está transformado num monstro. Deixarem-no seguir o seu caminho não é matá-lo, mas sim fazê-lo viver, em liberdade. Na liberdade do coração dos que o amam verdadeiramente."
 
In " Senhores da Vida e da Morte" de Carlos Almeida, a publicar pela MillBooks - Abril 2009
 
 

 

 

 

 

publicado por opoderdapalavra às 23:27
04 de Fevereiro de 2009

 Crise!

É a palavra que varre os dias, os noticiários, as conversas de café, rua ou mesmo trabalho, os jornais, os pensamentos, as depressões, doenças e mesmo a própria morte, talvez...

A crise é a demanda do final de década. Mas agora que existe crise, agora que tudo parece se desmoronar como um castelo de cartas se tratasse, onde estão os grandes gurus da gestão, das leis econômicas, os pensadores que entupiram todos os modelos de filosofias de “Como gerir uma empresa com sucesso”? Onde estão esses vendedores de promessas de fortunas, pregadores do fácil dinheiro, da facilidade em enriquecer, ganhar poder? Vejo que afinal os modelos da gestão esgotaram-se no vazio da prosperidade, pois não foi uma corrente idealista em gestão de empresas, mas sim um labirinto percussionista de como lucrar com os meios mais sórdidos que se possam imaginar. Afinal muitos foram aqueles que aproveitavam os ditos lucros e em vez de os investirem mesmo no desenvolvimento e crescimento sustentado das empresas, não, umas acções, umas offshore, talvez mesmo o enriquecer de bens pessoais eram mais importantes... mas agora que o dinheiro parece ter terminado, e gastou-se o que existia e mais, o que não existia, crise!!!!

Soaram todos os alarmes, avisaram-se todos os senhores do dinheiro, enterrou-se uma classe social capaz de sustentar uma economia, e vamos a isso, vamos à crise. E soluções:

1)    Despedir. É fixe. Afinal para quê ter-se tanta gente a trabalhar, a laborar com ordenados miseráveis, com os filhos em casa a precisar deles...assim até se promoveu, com os despedimentos, a união e o convívio familiar. Enfim, parece que agora virou moda despedir. Porque é que não se faz algo muito simples. Despede-se toda a gente e assim poupam-se folhas e folhas de papel de jornais, horas a fio de televisão, mas esperem...também não dava para haver isso, pois se todos estavam despedidos...se calhar então esperávamos todos pela vinda do Messias Salvador. Mas é verdade, pergunto, já viram algum político ser despedido? Porque será que não o são?

2)    A política do medo. Agora é pratica corrente as empresas usarem e abusarem da política do medo: isto está muito mal, se calhar não vamos conseguir aguentar, se não trabalharmos 24 horas por dia isto vai ao fundo... bem penso que todos já perceberam a idéia. Mas o que é mais espetacular é que existem empresas bem de saúde financeira, mas ou estão inexplicavelmente a fechar ou então estão sempre muito mal nas palavras dos seus diretores, mas até estão bem na parte financeira...

 

Com isto gostava de dizer. No momento em que a prosperidade é o rio que percorremos, tudo é fácil, tudo é uma corrente serena, tranqüila. Mas quando se aproxima o precipício, onde muitos se podem ferir, não vejo os despedimentos fáceis, as políticas do medo, as ruas sem saída como a solução. É nos momentos difíceis que se vê quem realmente tem seriedade, quem sabe falar a verdade, quem tem a coragem de enfrentar o medo e abraçar o erro, aprender e apreender com ele, olhar em frente, dar as mãos a quem está consigo e atravessar a queda de água, pois sabe que da crise saiu mais forte e mais preparado.

E já agora, pergunto, porque é que cada vez mais a política não é séria? Porque é ela que está também esgotada como a conhecemos. Pois já não é política, mas sim jogo de interesses orquestrados, é a hipocrisia montada num circo de influências e defesa de uma elite vazia, oca e sem nenhum futuro, garanto-vos. Mas também vos digo, não á a anarquia que é a solução. É a Verdadeira Democracia, aquela verdade de o povo é quem mais ordena, mas na sua verdadeira afirmação, não numa suposta revolução vadia, onde apenas foram libertos a vontade do poder, a obscuridade de uma farsa e com o povo a continuar preso, numa piro prisão, a da mentalidade do vazio.

Enfim...e tudo por causa de uma crise. 

publicado por opoderdapalavra às 23:39
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